sábado, 24 de setembro de 2011

Frente parlamentar pede ao STF que reconheça constitucionalidade da Ficha Limpa

Luiz Alves
Assinaturas de apoio ao projeto da Ficha Limpa.

Os integrantes da Frente Parlamentar Mista de Combate à Corrupção do Congresso pediram nesta quarta-feira ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluzo, celeridade no julgamento de ações sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10).

Os deputados Chico Alencar (Psol-RJ), Delegado Protógenes (PCdoB-SP), Francisco Praciano (PT-AM) e Paulo Rubens Santiago (PDT-PE) pediram ao ministro que a lei tenha validade plena nas eleições de 2012.

A Lei da Ficha Limpa é fruto de um projeto de lei de iniciativa popular e reuniu mais de 1,3 milhão de assinaturas de cidadãos favoráveis à moralização do processo eleitoral. A validade da lei não foi reconhecida para as eleições de 2010. Além disso, alguns dispositivos têm a constitucionalidade questionada. A maioria dos integrantes da frente considera, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Procuradoria-Geral da República, que a lei é constitucional.

As ações ajuizadas pela OAB nacional e pelo PPS pedem que o tribunal declare a constitucionalidade da lei. A outra ação, proposta pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), pede ao STF para declarar inconstitucional um dispositivo da norma que torna inelegíveis as pessoas excluídas do exercício de profissão em razão de infração ético-profissional.

No encontro, os parlamentares informaram ao presidente do Supremo que vão sugerir a criação de um Pacto de Combate á Corrupção, que seria firmado entre os três poderes (Legislativo, Judiciário e Executivo). A proposta da frente, que detalha esse pacto, será protocolada na Câmara na próxima semana.
Da redação / JA

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Projeto institui fundo de aval para pescadores

Brizza Cavalcante
Cleber Verde
Cleber Verde: objetivo é aumentar investimentos na atividade pesqueira.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1095/11, do deputado Cleber Verde (PRB-MA), que institui um fundo de aval, de natureza contábil, para garantir financiamento para colônias, associações e cooperativas de pesca. O objetivo é aumentar os investimentos em novos empreendimentos, em tecnologia, na compra de barcos e na produção e comercialização de bens destinados aos mercados interno e externo.

Segundo a proposta, poderão dispor dos recursos as instituições oficiais de crédito que operarem linhas de financiamento com recursos de fundos criados pelo governo federal e outros agentes financeiros que tenham linhas de financiamento com recursos próprios destinados ao setor pesqueiro.

Para receber recursos do fundo, a associação ou cooperativa de pesca deverá comprovar pelo menos um ano de existência. O limite de operação será dez vezes o patrimônio da entidade beneficiada.

Dificuldades
Não serão exigidas outras garantias das famílias de pescadores. “Em sua maioria, elas não têm condições de dar qualquer garantia para o acesso ao crédito normal. Suas propriedades não possuem documentação e estão em área considerada patrimônio da União”, explica Cleber Verde.

O deputado reclama da falta de investimentos na atividade pesqueira no País e espera, com o fundo, mudar a situação. “A ausência de investimentos no setor traz problemas sérios nas regiões marítimas, de rios e lagos, onde vemos os seres humanos excluídos da cidadania, sendo obrigados a ocupar pontes e viadutos”, afirma o parlamentar.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto de teor idêntico (PL 2628/07) tramitou na Câmara, mas foi arquivado ao fim da legislatura passada.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

194 ANOS DE EMANCIPAÇÃO DE ALAGOAS

Mapa 
do Estado de Alagoas



Estado de Alagoas
Localizado na Região Nordeste,  Alagoas abriga um litoral rico em belezas naturais, cheio de áreas de mangue e lagoas, que pode ser percorrido pela BR-101 A estrada acompanha toda a costa. desde a foz do rio  São Francisco, que desenha a fronteira  sul do Estado com Sergipe, até o norte, entrando em Pernambuco.
Alagoas depende das grandes plantações de cana-de-açúcar, que se estendem do litoral á Zona da Mata, sendo o maior  produtor de cana do Nordeste, com 28 milhões de toneladas, em 2001 Alagoas só fica atrás de São Paulo no ranking nacional Mais de 90% da exportação do estado sai dos canaviais, 75% em açúcar, 17% em  álcool.
Além da cana, as culturas agrícolas de importância para o Estado são algodão, fumo, mandioca, milho e coco, possuindo uma renda per capita  um pouco abaixo da média do  país.
Na última década, cresceu a atividade do turismo, sendo construídos vários hotéis, pousadas, bem como desenvolvidos planos e programas de incentivo ao turista.  O principal destino dos turistas no Estado não é, apenas, a cidade de  Maceió,  pois outras cidades  como Barra de São Miguel, Barra de Santo Antonio, Paripueira, Marechal Deodoro e a histórica cidade de Penedo, também, são visitadas pelos que fazem turismo em Alagoas.
Praias  belíssimas e  culinária rica e diversificada, à base de frutos do mar, são os principais atrativos. Como prato típico  do litoral é oferecido  o  sururu, espécie de marisco retirado do fundo das lagoas  Manguaba  e Mundaú.
O Estado desenvolveu e consolidou sua economia, baseada nos engenhos de açúcar e na criação de gado, em que predominava o trabalho escravo de negros e mestiços. Entre os séculos XVI e XVII, piratas estrangeiros atacam sua costa, atraídos pelo pau-brasil, e a região é invadida pelos holandeses. Para manter o domínio do território, os colonizadores entram em choque com os nativos e dizimam tribos indígenas e hostis, como os caetés A partir do fim do século XVI, Alagoas e Pernambuco sediam o mais importante centro de resistência dos negros, o Ouilombo dos Palmares, destruído em 1694 por Domingos Jorge Velho, após quase um século de existência, na Serra da Barriga no Município de União dos Palmares-AL terra do Zumbi.
Na maior parte do período colonial, Alagoas pertenceu á capitania de Pernambuco Tornou-se comarca em 1711 e separou-se em 1817, para se transformar em capitania autônoma A separação foi uma espécie de represália do governo central à Revolta Pernambucana  Com a independência do Brasil, em 1822, é convertida em província. Em 1839, Maceió passou a ser a nova capital, em substituição à cidade de Alagoas. Hoje denominada de  Marechal Deodoro  Mesmo no período republicano, Alagoas manteve  as características econômicas e sociais de seu passado colônia, mantendo uma  economia agrícola da Zona da Mata e do Agreste e, paralelamente,  desenvolvendo  o setor industrial, com investimentos na exploração de petróleo e do sal-gema e em outras indústrias de médio e pequeno porte.
DADOS GERAIS
GEOGRAFIA — Área 2 7.818.5 km2  Relevo: planície litorânea, planalto a N e depressão no centro Ponto mais elevado: Serra Santa Cruz (844 m) Principais Rios:  São Francisco,  Mundaú e Paraíba. Com 102  Municípios, sendo os  mais populosos: Maceió (796 842). Arapiraca (186 356). Palmeira dos Índios (68.002), Rio Largo (62 408), União dos Palmares (58 608), Penedo (56 970), São Miguel dos Campos (51.433), Corunpe (48.635).
POPULAÇÃO —2.819 (2000) Densidade: 101,3 hab 1km2 (2000) Cresc. dem.: 1,3% ao ano (1991-2000).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Fim de coligações em eleições proporcionais pode ser votado pela CCJ nesta quarta

 
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A proposta da Comissão da Reforma Política que acaba com as coligações partidárias nas eleições proporcionais (PEC 40/2011) pode ser votada nesta quarta-feira (14) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).Aprovada em junho pela CCJ, a PEC será reexaminada em virtude da aprovação de requerimento para que tramitasse em conjunto com a PEC 29/2007, que trata do mesmo tema e tem o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) como primeiro signatário.

De acordo com a proposta, são admitidas coligações apenas nas eleições majoritárias (presidente, governador, prefeito e senador). O texto mantém a determinação constitucional vigente que assegura autonomia dos partidos para estruturação e organização interna, prevendo em seus estatutos normas de fidelidade e organização partidária. Também mantém a não obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital e municipal.

O parecer do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), é pela aprovação da PEC 40/2011, assim como havia sido decidido em junho, e pela prejudicialidade da PEC 29/2007, que, segundo Raupp, "trata de matéria idêntica". Se aprovado, o texto seguirá para exame do Plenário.

Paola Lima / Agência Senado 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Disponíveis recursos do transporte e alimentação escolar

ASCOM-FNDE (Brasília) – As secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios já podem utilizar a parcela do recurso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) depositou dia 1º de setembro R$ 354.409.148,72 para execução dos dois programas.

Para Marechal Deodoro já foram transferido este ano a quantidade de recursos abaixo relacionada:

- R$ 489.714,00  destinado a merenda escolar
- R$     2.895,00  PDDE
- R$ 256.406,25  Transporte escolar
- R$ 441.713,25  Programa de trabalho anual
- R$ 363.365,33  Quota Estadual/Municipal
___________
 R$ 1.554.093,83 Total
A aplicação destes recursos devem ser acompanhada e principalmente revertido em desenvolvimento do município através da educação. Promover a qualidade do ensino, dos professores, das escolas e do transporte escolar e atuar na melhora dos índices da educação no território deodorense. 

Acompanhe a transferência de recursos para seu estado ou município pela internet em www.fnde.gov.br / liberação de recursos.

União paga oitava parcela do Fundeb


Já está disponível para os municípios e os estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte a oitava parcela da complementação da União referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu R$ 634.016.045,13 no dia 31 de agosto.

Em 2011, o estado do Rio Grande do Norte e seus municípios também receberão a complementação mensal da União porque o valor por aluno no estado ficou abaixo do valor mínimo nacional estabelecido pelo Ministério da Educação, que é de R$ 1.729,33.
Veja na tabela abaixo quanto foi o repasse do Fundeb para cada estado e seus municípios. Os repasses também podem ser acompanhados pela Internet, em www.fnde.gov.br ou nos sítios da Secretaria do Tesouro Nacional e do Banco do Brasil.


UF
Valor da complementação da União  (em R$)
AL
25.845.988,14
AM
13.032.878,18
BA
133.976.186,52
CE
88.935.530,47
MA
141.743.657,80
PA
147.512.344,27
PB
14.205.692,82
PE
39.360.382,20
PI
29.245.649,09
RN
157.735,64
TOTAL
634.016.045,13


Alunos de escolas rurais receberão novo material de ensino e aprendizagem


A partir de 2013, os estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental de escolas públicas da área rural, seriadas e multisseriadas, receberão livros didáticos específicos. As obras serão selecionadas dentro do Programa Nacional do Livro Didático do Campo (PNLD Campo) e vão substituir os cadernos de ensino e aprendizagem e outros materiais impressos usados hoje nas salas de aula.

De acordo com a Resolução nº 40/2011, cabe ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) elaborar os editais de convocação, avaliação e seleção dos livros.

As obras do PNLD Campo compreendem a alfabetização matemática, letramento e alfabetização, língua portuguesa, matemática, ciências, história e geografia, integradas em coleções multisseriadas ou seriadas, disciplinares, interdisciplinares ou por área do conhecimento.

Os livros serão dos estudantes e professores, sem necessidade de devolução ao final do ano letivo. A distribuição integral das obras será feita a cada três anos e nos anos seguintes o FNDE fará reposição para atender as novas matrículas. Os dicionários e obras complementares para as escolas rurais continuarão sendo fornecidos pelo PNLD, como ocorre atualmente.

A quantidade de livros a serem enviados para as escolas rurais depende do número de matrículas registradas no censo escolar, que é realizado a cada ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Conforme o calendário que acompanha a resolução, em 2013 o PNLD Campo fará distribuição integral dos livros didáticos; em 2014 e 2015, fará complementação para cobertura das matrículas adicionais.

Ionice Lorenzoni


Confira a Resolução nº 40/2011 sobre o PNLD Campo.

 

Escolas públicas vão receber conjunto com livros e jogos


Em 2012, cerca de 130 mil professores que trabalham na alfabetização de crianças de seis anos de idade, em 90 mil escolas públicas, receberão livros de literatura e jogos infantis para enriquecer as aulas. O material servirá de reforço na aprendizagem da leitura e da escrita de 3,9 milhões de estudantes do primeiro ano do ensino fundamental.

O acervo faz parte do projeto Trilhas, parceria do Ministério da Educação com o Instituto Natura e o Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária (Cedac), de São Paulo.

De acordo com o diretor de formulação de conteúdos educacionais da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Sérgio Gotti, 2.008 municípios serão atendidos com o material. Nesse grupo de cidades estão aquelas com índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) abaixo da média nacional (em 2009, de 4,6 pontos nos anos iniciais do ensino fundamental), as 26 capitais e aquelas com mais de 150 mil habitantes, além do Distrito Federal.

O projeto Trilhas é composto por um conjunto que compreende caderno de orientação sobre o uso dos livros e dos objetos educacionais, dirigido aos gestores das escolas; oito cadernos de orientação e sugestão de atividades para os professores; acervo de 20 livros de literatura infantil e dez jogos para cada uma das 90 mil escolas.

Os livros e os jogos infantis que compõem o acervo foram adotados pelo Instituto Natura, criador do projeto, em 2005, e agora integram o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) do Ministério da Educação. O material foi testado em escolas de 300 municípios até o ano passado.

Segundo Gotti, antes de integrar os livros e jogos ao PNBE, as obras foram avaliadas e, quando necessário, adaptadas à política de livros e objetos educacionais do governo federal. A revisão e a adaptação ficaram sob a responsabilidade do Cedac.


Ionice Lorenzoni

Confira as obras literárias integrantes do projeto

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

DIA 09 DE SETEMBRO DE 2011 - 46 ANOS DE REGULAMENTAÇÃO DE NOSSA PROFISSÃO


No último dia 09 de setembro foi  comemorado os 46 anos de regulamentação da nossa profissão, mas ao mesmo tempo é momento de reflexão quanto aos nossos avanços e em relação às perspectivas de um cenário em constante mudança.
O administrador se posta nesse quadro como um profissional indutor e catalisador do desenvolvimento praticado com distribuição de riquezas e justiça social permeado pela ética e inserido no primado da legalidade.
É grande, portanto nosso júbilo e a nossa responsabilidade.
Parabéns Administradoras(es) do Brasil!!
 
 
Adm. Armando Lôbo Pereira Gomes
Presidente do CRA-AL
 
 

sábado, 10 de setembro de 2011

Projeto obriga SUS a divulgar lista de remédios de uso contínuo disponíveis

 

Elton Bomfim
Romero Rodrigues: medida facilitará o acesso aos medicamentos.

Romero RodriguesA Câmara analisa o Projeto de Lei 1204/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a publicar na internet a relação dos remédios de uso contínuo disponíveis nos centros de dispensação de medicamentos excepcionais dos estados. A divulgação deverá ser feita nos sites dos governos federais e estaduais.
Romero Rodrigues afirma que a medida facilitará a vida de pacientes que não têm acesso a medicamentos imprescindíveis, apesar de disponibilizados pelo Ministério da Saúde.

“O projeto pretende garantir a todos os usuários o acesso a informações sobre os medicamentos disponíveis ou em falta e sua previsão de chegada. A medida trará benefícios principalmente aos doentes com dificuldade de deslocamento. Estamos falando, muitas vezes, de transplantados e de portadores de síndromes gravíssimas”, afirma Rodrigues.

Tramitação
]O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli