quinta-feira, 6 de outubro de 2011

REUNIÃO DA EXECUTIVA DO PSD EM MARECHAL DEODORO PRIORIZA FILIAÇÃO PARTIDÁRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS


Ontem dia 05 de outubro foi realizado mais uma reunião do grupo do PSD onde foi discutido  vários assuntos:  Primeiro, a  filiação dos pré candidatos a vereadores da nossa cidade; segundo, os problemas que a assolam nossa cidade e terceiro a falta de compromisso do atual prefeito com o futuro do nosso município.

Com a chegada do PSD, Marechal Deodoro só tem a ganhar, avaliação feita pelos  jovens que representam essa tão linda cidade. Outros temas  discutidos foram ligados as  políticas públicas que beneficie a população.A educação profissional para jovens e adultos que facilitem a inclusão social, o acesso a saúde para todos, programas sócias que intensifique o combate a fome e a miséria, segurança e combate as drogas que são as prerrogativas principais da nova sigla. Pretendemos reconstruir uma Marechal moderna democrática e sem perseguições, respeitando assim os cidadãos deodorense, diz o Presidente do PSD em Marechal Deodoro o Vereador Cacau.    














segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O diretório Municipal de Marechal Deodoro juntamente com o diretório estadual do Partido Social Democrático (PSD) em Alagoas iniciou, nesta segunda-feira (3), o processo de filiação dos membros que pretendem disputar mandatos proporcionais e majoritários na eleição do ano que vem.

Reunidos na sede provisória da nova sigla, em Jacarecica, os pretensos candidatos de Marechal Deodoro representado por seu Presidente o Vereador Cacau e os demais componentes da executiva municipal ( Wanillo Galvão, Luciano da Ribeira, Sgt. Roque, Eudalia Cavalcante, Val Tenório, Marcelo Albuquerque, Aleandra Virtuoso) assinaram fichas que abonam a filiação, ao lado do presidente do PSD no Estado, o deputado federal João Lyra.
O atual vereador de Marechal Deodoro, Cacau, também será um dos candidatos pelo PSD nas eleições de 2012. “Já estamos organizando em Marechal um grande evento para trazer mais filiações ao PSD. Pretendemos ter vinte e seis candidatos pela sigla ano que vem”. Sobre suas motivações para ir para o partido, ele diz que “com a credibilidade do deputado João Lyra, ficamos mais confiantes. Realmente é um partido que já nasce grande”.
Com nomes de tradição no interior de Alagoas, o PSD costura candidaturas de peso para prefeituras e câmaras municipais em todo o Estado. Ex-prefeito de Maribondo, Cleovan Almeida, já manifestou vontade de se filiar ao partido. “Além de mim, meu irmão Antônio Ferreira e o Leopoldo Pedrosa, ambos vereadores de Maribondo, também estão indo para o PSD”, afirmou. Cleovan já é cogitado como candidato a prefeito ano que vem. Outro que já assumiu o desejo de voltar à chefia do executivo municipal é o ex-prefeito de Atalaia, Zé do Pedrinho – ele e sua filha, Marta Albuquerque, vereadora no município, já solicitaram a desfiliação dos atuais partidos.
Cinco vereadores de São Miguel dos Campos também assinaram o apoiamento e estão indo para o PSD: Jairo Ramos, Dilma, Arsênio, Marques Paul e Marcão. Além desses, os vereadores Reinaldo da Barragem (Delmiro Gouveia) e Marco do Hospital (São José da Laje) também estiveram no evento e deram início ao processo de filiação.
Na capital, o partido pretende resgatar figuras que já contribuíram com a municipalidade e devem voltar ao cenário político. É o caso do ex-vereador José Márcio, que integrou a Câmara de Vereadores entre os anos de 2006 e 2008, quando filiado ao Partido Progressista (PP). Em Maceió, outro destaque é o deputado estadual Dudu Hollanda, vice-presidente da legenda em Alagoas.

Presidente do Diretório Estadual, João Lyra fala aos novos filiados (Foto: Divulgação)
Para o deputado federal João Lyra, o PSD desponta como um partido forte e, com diretórios municipais estabelecidos em 96 municípios alagoanos, deve angariar um bom número de representantes. Lyra ressalta, porém, que não é sua intenção acompanhar um crescimento desordenado, e que todas as filiações levam em consideração a capacidade do novo membro em contribuir com o desenvolvimento proposto pela nova sigla ao Estado. “Não foi fácil organizar esse partido, mas estou feliz porque conseguimos. Minha intenção é formar um partido grande e forte, mas também harmonioso e organizado, para podermos conduzir as coisas de forma correta. Tenho certeza que ano que vem faremos uma campanha maravilhosa”, declarou durante o encontro.
Os interessados em se filiar ao PSD, para lançar candidaturas em 2012, devem se desfiliar de seus atuais partidos num prazo de 48 horas antes de darem entrada ao processo de filiação na nova sigla.  O PSD pretende fechar as filiações dos futuros candidatos até a próxima quinta-feira (6).

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Manifesto à Nação

Em 28/09/1980

O Partido Social Democrático nasce voltado para os interesses maiores do Brasil, com dezenas de deputados federais, mais de uma centena de deputados estaduais, dois governadores, seis vices, dois senadores, prefeitos e vereadores de norte a sul do país.

Ao nascer forte e legitimamente - com perspectiva de ser a terceira maior bancada do Congresso - temos o dever de nos impor um desafio à altura do nosso compromisso com o País. Assim, o PSD anuncia com orgulho que está iniciando imediatamente as providências para apresentar, no Senado da República, uma Proposta de Emenda Constitucional para eleger em 2014 uma Assembleia Nacional Constituinte, com parlamentares constituintes exclusivos para concluir seu trabalho revisional no prazo de até dois anos.

Esperando contar com a participação de toda a sociedade brasileira, o PSD retoma, com determinação e coragem, a iniciativa da revisão constitucional prevista já no ato da criação da Constituição de 88.
Dirão que não é o momento. É verdade, já passou do tempo. Frustrada por acontecimentos da época, não foi feita quando devia, em 93, e caiu no esquecimento. Dirão que é inconstitucional, que é impossível.

Impossível é conviver com remendos constitucionais e improvisações oportunistas, enquanto um pacto federativo superado impõe a Municípios, Estados e a própria União limitações, constrangimentos e falta de recursos para dar aos brasileiros serviços dignos de saúde, educação, segurança, justiça e oportunidade igual para todos.

Há tempos o Brasil está amarrado, travado, perdido em discussões que não prosperam, viciadas ora pelo fisiologismo, ora pelo corporativismo, radicalismo ou problemas menores. Sabemos que mínirreformas ou remendos não resolvem mais.
Há concordância, consenso sobre a necessidade das reformas política, tributária, fiscal, penal, trabalhista, mas estamos paralisados por um imobilismo que precisamos superar pelo bem da nação.
Temos o dever de começar a agir já, a obrigação de acertar nessa batalha pelas reformas estruturais e pela modernização do estado brasileiro. Um trabalho revisional focado, isento, de congressistas revisionais exclusivos.

Nossos congressistas estão hoje e estarão amanhã ocupados com a discussão dos nossos problemas imediatos e importantes do dia a dia. E vão precisar estar vigilantes, atentos a problemas que deveremos enfrentar nos próximos anos, por causa da crise econômica da Europa e dos Estados Unidos. Também têm de estar dedicados a eles. O País avançou nas últimas décadas, muito foi feito, mas podemos, devemos e vamos avançar mais.

O PSD que hoje nasce - independentemente da Revisão Constitucional Exclusiva que está propondo - tem convicções e defende, desde já, o voto distrital, com introdução gradual, inicialmente nos 85 municípios com 200 mil ou mais eleitores onde hoje há segundo turno.

O PSD tem posição clara na defesa das liberdades de expressão e opinião e ao direito do cidadão à informação. Somos, por convicção e princípio, contra qualquer tipo de censura, controle, restrição ou regulamentação da mídia.

O PSD será também intransigente na condenação e denúncia pública da corrupção e dos malfeitos. Está ao lado da sociedade, do trabalhador, dos jovens, da família brasileira que exigem respeito ao dinheiro público e comportamento ético, coerência e honestidade de seus governantes e da classe política.
O exercício da Política tem de ser responsável, transparente, não comporta conluios, conchavos ou sombras.

Defendemos a iniciativa e a propriedade privadas, a economia de mercado como o regime capaz de gerar riqueza e desenvolvimento, sem os quais não se erradica a pobreza. Acreditamos num estado forte (não obeso), regulador, mas democrático e centrado nas suas prioridades sociais.

Apoiamos as políticas sociais aos que mais precisam do amparo do estado, e a necessidade de abrir as portas de entrada do emprego digno para esses cidadãos. Devemos isso ao Brasil que quer e precisa se modernizar, se tornar mais ágil, se libertar das impossibilidades e oferecer, de verdade, igualdade de oportunidade aos que querem se profissionalizar, gerir seu próprio negócio e vencer na vida.

O PSD aposta na agricultura e na pecuária – como parte da cadeia produtiva do agronegócio – que libertou do atraso histórico as populações do campo, transformando antigos proprietários rurais em empresários e criando uma nova classe de trabalhadores especializados e valorizados. Mas fazemos questão de lembrar e valorizar a multidão de pequenos produtores, uma classe batalhadora que carrega o Brasil nas costas.

O PSD apóia e defende a preservação do meio ambiente como fator de sobrevivência do homem e da própria vida do planeta. É possível alargar as fronteiras da produção, de maneira sustentável e responsável.

O PSD exige a exposição clara, em todos os produtos comercializados, de todos os impostos ocultos nos preços dos bens e serviços, para que o cidadão saiba o que paga e o que tem direito a receber de volta do Estado. Pago, logo exijo: esse é o cidadão alerta e ativo que queremos.

O PSD defende intransigentemente a Zona Franca de Manaus como pólo de desenvolvimento tecnológico e de geração de empregos.

O PSD anuncia também a criação de seu Espaço Democrático, fundação que reunirá especialistas das diversas correntes de pensamento para debater com a Executiva do PSD os grandes desafios brasileiros. Neste processo, vamos percorrer todos os Estados, ouvindo a sociedade, empresários e trabalhadores para colher, em 27 seminários, subsídios para o Projeto de Um Novo Brasil.

O PSD contará ainda com a experiência de grande parte das lideranças ligadas à UGT – União Geral dos Trabalhadores – sobre políticas de inclusão social e desenvolvimento trabalhista. A UGT integrará órgão específico para somar esforços junto à Executiva Nacional do Partido e à fundação Espaço Democrático.

O PSD afirma que não fará oposição pela oposição. Faremos política para ajudar o Brasil. Nossos adversários não são inimigos a eliminar, mas cidadãos com os quais vamos dialogar, sem violências ou radicalismos.

Temos democracia, direitos, liberdade, conquistas e avanços sociais. Nossa Constituição está aí, em pleno funcionamento. Mas temos ainda enormes desigualdades sociais, fome e injustiças.

Sem violentar direitos e liberdades já conquistados, com a Revisão Constitucional Exclusiva vamos enfrentar os pontos fundamentais que estão travando e obstruindo o desenvolvimento do Brasil. Esse movimento será um pólo construtivo, transformador, de convocação e envolvimento da sociedade.

Com nossas crenças e uma constituinte em 2014, vamos à luta unidos para construir um País mais moderno e desenvolvido, mais ético, justo, e solidário.

Vamos à vitória com nosso trabalho, com fé em Deus e com a força e grandeza dos nossos sonhos!


TSE concede registro e libera PSD para disputar eleições de 2012

Partido idealizado por Kassab foi aprovado por seis votos contra um

  Por 6 votos a 1 os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram o registro para o PSD. Com isso, o partido idealizado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab fica liberado para disputar as eleições de 2012.
Foram favoráveis à criação do partido os ministros Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani, Teori Zavascki, Carmem Lúcia, Nancy Andrigui (relatora da matéria) e Ricardo Lewandowski (presidente do TSE). Foi voto vencido o ministro Marco Aurélio Mello.
Durante o julgamento, o principal ponto do embate entre os magistrados foi a validação de assinaturas certificadas por cartórios eleitorais mas que não passaram pelo crivo de juízes de alguns Tribunais Regionais Eleitorais (TRE’s).
Ao todo, de 490 mil assinaturas necessárias para a criação de um partido, o PSD apresentou 538 mil. Parte certificada somente por cartórios, parte certificada tanto pelo cartório quanto pelos TRE’s.
A relatora do caso entendeu que a certificação dos cartórios é suficiente para o registro do partido. Ela, contudo, excluiu do processo 27 mil assinaturas. Disse que havia erros formais, problemas de grafia ou que estavam ilegíveis.
Acompanhada pelos demais ministros, o único contrário à tese foi marco Aurélio. De acordo com ele, ao apresentar assinaturas que não foram avaliadas pelos TRE’s, o PSD queimou etapas.
“O partido buscou as citadas certidões? Sim. Mas ante a carência de tempo - e se o partido corre contra o tempo o tribunal não - ele queimou etapas e essa formalidade é essencial. O pedido de registro veio com certidões que seriam insuficientes”, disse.

Kassab agradece Dilma por PSD e diz que CPI só por maioria

Presidente nacional da nova sigla anuncia que congressistas só pedirão investigação se houver decisão por maioria da bancada


Foto: AE Ampliar
Kassab e Afif, durante a filiação de oito vereadores no recém-criado PSD, em 02/09

Um dia depois de obter o funcionamento legal do PSD, o prefeito de São Paulo e presidente nacional da nova sigla, Gilberto Kassab, anunciou hoje que congressistas do partido só poderão assinar pedidos de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o governo se houver decisão por maioria da bancada.
Ao contrário do que havia dito meses atrás de que seu partido seria "independente", a declaração feita hoje por Kassab, em entrevista coletiva em Brasília, denota que o PSD atuará mais próximo do governo do que da oposição. Mais cedo, em entrevista à TV Globo, o prefeito disse também que a sigla é "de centro".
Hoje pela manhã Kassab comandou a primeira reunião do PSD após a sua formalização na Justiça Eleitoral. Após o encontro, ele anunciou que o PSD vai defender a realização de uma Assembleia Constituinte em 2014 para fazer uma revisão constitucional. Na semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma assembleia exclusiva para aprovar a reforma política.

Ontem à noite, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou por 6 votos a 1 a concessão do registro definitivo do partido para que seus filiados tenham direito de disputar a eleição de 2012, de prefeitos e vereadores.
Além de agradecer à Justiça Eleitoral, Kassab citou nominalmente a presidenta Dilma Rousseff pela conquista do registro. “Antes mesmo da criação do partido, ela nos recebeu e nos deu uma demonstração de postura democrata, reconhecendo a representatividade que o partido já tinha”, afirmou.
Kassab também fez questão de ressaltar o apoio do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em favor da criação do PSD. “Queria citá-lo em nome de todos os outros governadores. Eduardo Campos abriu as portas de Pernambuco”, disse. “Agora estamos no Brasil inteiro”, afirmou.

Mais de 60 deputados

O prefeito de São Paulo afirmou que, ao longo da formação do partido, conversou com cerca de 80 deputados de diferentes siglas. “Esperamos contar, de imediato, com cerca de 50”, disse. No entanto, o secretário-geral do PSD, Saulo Queiróz, afirmou que o partido passar dos 60 deputados.
“A cada dia eu me assunto com um deputado que pede para entrar no nosso partido”, disse ao iG. Na manhã desta quarta-feira, a surpresa ficou por conta do deputado Danrlei (PTB-RS). O ex-goleiro compareceu hoje ao ato político do partido. “Sinto que o PSD compartilha das ideias que eu tenho. Acho que terei mais liberdade”, disse.

sábado, 24 de setembro de 2011

Frente parlamentar pede ao STF que reconheça constitucionalidade da Ficha Limpa

Luiz Alves
Assinaturas de apoio ao projeto da Ficha Limpa.

Os integrantes da Frente Parlamentar Mista de Combate à Corrupção do Congresso pediram nesta quarta-feira ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluzo, celeridade no julgamento de ações sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10).

Os deputados Chico Alencar (Psol-RJ), Delegado Protógenes (PCdoB-SP), Francisco Praciano (PT-AM) e Paulo Rubens Santiago (PDT-PE) pediram ao ministro que a lei tenha validade plena nas eleições de 2012.

A Lei da Ficha Limpa é fruto de um projeto de lei de iniciativa popular e reuniu mais de 1,3 milhão de assinaturas de cidadãos favoráveis à moralização do processo eleitoral. A validade da lei não foi reconhecida para as eleições de 2010. Além disso, alguns dispositivos têm a constitucionalidade questionada. A maioria dos integrantes da frente considera, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Procuradoria-Geral da República, que a lei é constitucional.

As ações ajuizadas pela OAB nacional e pelo PPS pedem que o tribunal declare a constitucionalidade da lei. A outra ação, proposta pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), pede ao STF para declarar inconstitucional um dispositivo da norma que torna inelegíveis as pessoas excluídas do exercício de profissão em razão de infração ético-profissional.

No encontro, os parlamentares informaram ao presidente do Supremo que vão sugerir a criação de um Pacto de Combate á Corrupção, que seria firmado entre os três poderes (Legislativo, Judiciário e Executivo). A proposta da frente, que detalha esse pacto, será protocolada na Câmara na próxima semana.
Da redação / JA

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

 

Projeto institui fundo de aval para pescadores

Brizza Cavalcante
Cleber Verde
Cleber Verde: objetivo é aumentar investimentos na atividade pesqueira.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1095/11, do deputado Cleber Verde (PRB-MA), que institui um fundo de aval, de natureza contábil, para garantir financiamento para colônias, associações e cooperativas de pesca. O objetivo é aumentar os investimentos em novos empreendimentos, em tecnologia, na compra de barcos e na produção e comercialização de bens destinados aos mercados interno e externo.

Segundo a proposta, poderão dispor dos recursos as instituições oficiais de crédito que operarem linhas de financiamento com recursos de fundos criados pelo governo federal e outros agentes financeiros que tenham linhas de financiamento com recursos próprios destinados ao setor pesqueiro.

Para receber recursos do fundo, a associação ou cooperativa de pesca deverá comprovar pelo menos um ano de existência. O limite de operação será dez vezes o patrimônio da entidade beneficiada.

Dificuldades
Não serão exigidas outras garantias das famílias de pescadores. “Em sua maioria, elas não têm condições de dar qualquer garantia para o acesso ao crédito normal. Suas propriedades não possuem documentação e estão em área considerada patrimônio da União”, explica Cleber Verde.

O deputado reclama da falta de investimentos na atividade pesqueira no País e espera, com o fundo, mudar a situação. “A ausência de investimentos no setor traz problemas sérios nas regiões marítimas, de rios e lagos, onde vemos os seres humanos excluídos da cidadania, sendo obrigados a ocupar pontes e viadutos”, afirma o parlamentar.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto de teor idêntico (PL 2628/07) tramitou na Câmara, mas foi arquivado ao fim da legislatura passada.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

194 ANOS DE EMANCIPAÇÃO DE ALAGOAS

Mapa 
do Estado de Alagoas



Estado de Alagoas
Localizado na Região Nordeste,  Alagoas abriga um litoral rico em belezas naturais, cheio de áreas de mangue e lagoas, que pode ser percorrido pela BR-101 A estrada acompanha toda a costa. desde a foz do rio  São Francisco, que desenha a fronteira  sul do Estado com Sergipe, até o norte, entrando em Pernambuco.
Alagoas depende das grandes plantações de cana-de-açúcar, que se estendem do litoral á Zona da Mata, sendo o maior  produtor de cana do Nordeste, com 28 milhões de toneladas, em 2001 Alagoas só fica atrás de São Paulo no ranking nacional Mais de 90% da exportação do estado sai dos canaviais, 75% em açúcar, 17% em  álcool.
Além da cana, as culturas agrícolas de importância para o Estado são algodão, fumo, mandioca, milho e coco, possuindo uma renda per capita  um pouco abaixo da média do  país.
Na última década, cresceu a atividade do turismo, sendo construídos vários hotéis, pousadas, bem como desenvolvidos planos e programas de incentivo ao turista.  O principal destino dos turistas no Estado não é, apenas, a cidade de  Maceió,  pois outras cidades  como Barra de São Miguel, Barra de Santo Antonio, Paripueira, Marechal Deodoro e a histórica cidade de Penedo, também, são visitadas pelos que fazem turismo em Alagoas.
Praias  belíssimas e  culinária rica e diversificada, à base de frutos do mar, são os principais atrativos. Como prato típico  do litoral é oferecido  o  sururu, espécie de marisco retirado do fundo das lagoas  Manguaba  e Mundaú.
O Estado desenvolveu e consolidou sua economia, baseada nos engenhos de açúcar e na criação de gado, em que predominava o trabalho escravo de negros e mestiços. Entre os séculos XVI e XVII, piratas estrangeiros atacam sua costa, atraídos pelo pau-brasil, e a região é invadida pelos holandeses. Para manter o domínio do território, os colonizadores entram em choque com os nativos e dizimam tribos indígenas e hostis, como os caetés A partir do fim do século XVI, Alagoas e Pernambuco sediam o mais importante centro de resistência dos negros, o Ouilombo dos Palmares, destruído em 1694 por Domingos Jorge Velho, após quase um século de existência, na Serra da Barriga no Município de União dos Palmares-AL terra do Zumbi.
Na maior parte do período colonial, Alagoas pertenceu á capitania de Pernambuco Tornou-se comarca em 1711 e separou-se em 1817, para se transformar em capitania autônoma A separação foi uma espécie de represália do governo central à Revolta Pernambucana  Com a independência do Brasil, em 1822, é convertida em província. Em 1839, Maceió passou a ser a nova capital, em substituição à cidade de Alagoas. Hoje denominada de  Marechal Deodoro  Mesmo no período republicano, Alagoas manteve  as características econômicas e sociais de seu passado colônia, mantendo uma  economia agrícola da Zona da Mata e do Agreste e, paralelamente,  desenvolvendo  o setor industrial, com investimentos na exploração de petróleo e do sal-gema e em outras indústrias de médio e pequeno porte.
DADOS GERAIS
GEOGRAFIA — Área 2 7.818.5 km2  Relevo: planície litorânea, planalto a N e depressão no centro Ponto mais elevado: Serra Santa Cruz (844 m) Principais Rios:  São Francisco,  Mundaú e Paraíba. Com 102  Municípios, sendo os  mais populosos: Maceió (796 842). Arapiraca (186 356). Palmeira dos Índios (68.002), Rio Largo (62 408), União dos Palmares (58 608), Penedo (56 970), São Miguel dos Campos (51.433), Corunpe (48.635).
POPULAÇÃO —2.819 (2000) Densidade: 101,3 hab 1km2 (2000) Cresc. dem.: 1,3% ao ano (1991-2000).